domingo, 6 de novembro de 2011

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Dia de muertos por Coyoacan. parte 2

As fotos foram tiradas no Museu de Culturas Populares no dia 31/10 na Ciudad de Mexico.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Dia de muertos por Coyoacan.

As imagens abaixo são do dia 1 de novembro pela região do centro de Coyoacan na Ciudad de Mexico.
Em breve mais imagens e relatos.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Dia de muertos

Começo com minha própria oferenda...

Dignidade a saúde mental

Somos contra a Privatização do Água Funda
Somos trabalhadores do CAISM da Água funda, somos trabalhadores do SUS, da saúde mental e há anos lutamos para efetivar as conquistas da reforma sanitária e da reforma psiquiátrica. Falamos também por milhares de usuários que já atendemos e por toda uma história de respeito à dignidade da pessoa em sofrimento psíquico. Falamos também pelos movimentos sociais e por todos que defendem os direitos humanos e são contra políticas de higienização social como a internação compulsória.
Aqui neste Centro de Saúde Mental – CAISM da Água Funda – Dr. David Capistrano da Costa Filho, o melhor do Brasil avaliado pelo Ministério da Saúde, esta em vias de acontecer um grande ataque à saúde das pessoas, ao serviço e a política de saúde mental, aos trabalhadores e aos usuários do SUS.
Articulado pelo defensor do “manicômio álcool e drogas” Ronaldo Laranjeira e pelo “privatizador” Alckmin estão acontecendo a “venda” do CAISM Água Funda através da privatização via o modelo de Organização Social (OS) para administração de Laranjeira e sua entidade. Vão transformar um Centro de excelência em saúde mental em um centro de internação álcool e drogas para atender as demandas de “higienização social” absurda que se quer promover com a chegada dos grandes eventos. Vão acabar com serviços e dizer que estão criando serviços
Somos contra a qualquer forma de privatização, mas o grande absurdo é que eles vão acabar com um serviço de excelência de saúde mental que segue estritamente a política da reforma psiquiátrica da Lei Paulo Delgado, com serviços como CAPS, 30 pacientes em residência terapêutica que vão ser “jogados” em qualquer lugar, um programa que é o único serviço do estado que atende comorbidade em saúde mental e dependência química, com profissionais qualificados e com atendimento inteiramente humanizado dialogando com as diversas redes do território.
Os trabalhadores e usuários estão indignados e assim como os diversos movimentos internacionais, dos indignados da Espanha, dos estudantes do Chile, do ocupe Walt Street dos Estados Unidos, nós vamos lutar pelo que acreditamos, pelo nosso trabalho e pela nossa história. Fazendo a luta política, jurídica e principalmente fazendo a luta nas ruas.
Em defesa da reforma sanitária e da reforma psiquiátrica:
Somos contra a mercantilização da saúde
Somos contra a privatização do Água Funda
Somos contra o “despejo” e a desassistência em saúde promovida por esta política
Em breve calendário de Lutas
Por favor divulguem ao máximo!
Comissão de mobilização em defesa do Água Funda
Informações, apoios e contato:
Paulo Spina
(11) 73734783

domingo, 30 de outubro de 2011

Leia "Por te amar", crônica de "Oh, margem! Reinventa os rios!"

de Cidinha da Silva

Por te amar, eu pintei um azul do céu se admirar. Até o mar adocei e das pedras leite eu fiz brotar. De um vulgar fiz um rei e do nada, um império para te dar.

Enfim um horizonte melhor me sorriu. Minha dor virou gota no mar. Saí daquela maré, Luiz, não vivo mais à sombra dos ais.

Não foi fácil, meu velho. Vieram para mim de barba de bode e eu de comigo-ninguém-pode fiz o mar desaguar no chafariz.
Fui ao Cacique de Ramos, planta onde em todos os ramos, cantam os passarinhos nas manhãs. Quando a moçada puxou suas músicas, meu coração desaguou, de alegria e saudade. Olhei para o alto das tamarineiras, as guardiãs da poesia, e elas vestiam um laço branco, como Kitembo. E só ele, para acomodar dores e saudade. Continuamos cantando, buscando o tom, um acorde com lindo som, para tornar bom, outra vez, o nosso cantar.

Então os meninos entoaram seu samba para D. Ivone: “Lara, o seu laraiá é lindo. São canções de quem tantos corações retém com seu canto. Baila e baila o ar ao te ouvir”. Tão singela e precisa definição.

Na volta passei por Manguinhos, mirei a lua de Luanda que veio para iluminar a rua. Visitei a fachada da escola pública batizada com o seu nome: Luiz Carlos da Vila! Que alegria. Eu já sabia, passei para te ver.

É Luiz, a chama não se apagou, nem se apagará, enquanto as ondas do mar brincarem com a areia. São luzes de eterno fulgor, Candeia e Luiz Carlos da Vila. O tempo que o samba viver, o sonho não vai acabar e ninguém se esquecerá de vocês, os timoneiros. O não-chorar e o não-sofrer se alastrarão, do jeito que você sonhou em seu dia de graça, Luiz. Valeu poeta, seu grito forte dos Palmares.
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cidinhadasilva.blogspot.com
kuanzaproducoes.com.br

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Viva Mexico Cabrones!

Tinha a intenção de escrever um texto contanto com calma minha experiência no dia da independencia no México. Por pura falta de tempo e calma e para que a coisa não tarde ainda mais, deixo aqui algumas imagens desse dia. O fato é que o dia 16 de setembro, dia da independência mexicana, a festa pode ser no mínimo bastante divertida e reflexiva sobre o que isso ainda significa por essas terras. Idéias nacionalistas e militaristas a parte, a data possui um sentido de valorização das origens e das tradições por vários lugares. Aqui há um pouco de informação sobre o Grito de Dolores. Onde estive nessa noite o acordo era para que todas as pessoas estivessem a carater, ou seja, vestidos com algum traje mexicano independente de região ou época. Alguns absorveram o espírito da coisa e o resultado foi bem colorido e embreagante. Viva Mexico Cabrones! Viva! Viva! Viva!

Anonymous em resposta a revista Veja dessa semana.

Olá, nós somos Anonymous, e esta é uma resposta às declarações da edição nº 2240 - ano 44 ? nº 43, de 26 de outubro de 2011 da revista Veja que é uma publicação do Grupo Abril.

Anonymous não é um movimento, mas uma idéia. Anonymous, por ser global, não é nacionalista. A revista Veja, tanto quanto qualquer publicação do Grupo Abril, não têm respaldo moral para citar Anonymous em suas publicações tendenciosas e com interesses corruptos, pois a Anonymous entende que a revista Veja é um grande expoente do sistema ao qual a Anonymous se opõe, assim como Anonymous não aceita que a revista Veja usurpe seu símbolo, para que esta use em sua guerra pessoal contra o governo.

Anonymous não é palanque. Anonymous entende que a revista Veja se contradiz ao fazer qualquer denúncia, uma vez que faz parte da mesma massa corrupta a qual a revista Veja se propõe a denunciar. Anonymous entende que a revista Veja não reconhece a propriedade da idéia Anonymous, portanto a revista Veja não tem capacidade para fazer qualquer citação que seja verdadeira, por não entender o que é Anonymous. Revista Veja MENTE. Parabéns, vocês conseguiram nossa atenção.

Nós somos Anonymous.

Nós Somos uma Legião.

Nós não esquecemos.

Nós não perdoamos.

Esperem por nós.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011